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Local: Juazeiro, Bahia, Brazil

Sou professor, jornalista,escritor e radialista. Tenho algumas publicações em jornais e revistas, assim como em coletâneas de contos e poesias. Meus trabalhos principais são a obra "As 24 Mortes de Endaira", "Cerveja!" e "Curaçá", todos contos de ficção. Também publiquei um e-book de artigos(Visão&Opinião: Educação, Comunicação e Vida), um com uma monografia(Ficção Científica e Linguística - Uma tese)e um de poemas (15 Poemas Pra Boi Dormir). Veja também (http:\\pyanelly.zip.net)e (http:br.geocities.com/pyanelly/visaoeopiniao)

sexta-feira, agosto 11, 2006

Revista Nova Escola - Uma análise da Educação Brasileira

A Revista Nova Escola é uma publicação de abrangência nacional e hoje tem sua distribuição não apenas nas bancas de revistas e casas especializadas em leitura, mas também é distribuída em escolas do ensino fundamental e médio (uma forma, segundo a editoria da revista, de chegar a todos os educadores do País, e com isso contribuir para a melhoria da qualidade doensino brasileiro).
A revista é muito bem trabalhada do ponto de vista gráfico, não devendo a nenhuma outra publicação do País nesse ítem. Mas uma revista não é só isso. Ela tem uma linha editorial, contém interesses de grupos, um público alvo a conquistar, enfim, ela está inserida na indústria cultural do ocidente manifestando todas as contradições que esse fenômeno encerra.
Estudantes universitários se debruçaram sobre a revista e discutiram suas características e contradições. Você pode ler as reflexões iniciais desses estudantes nos comentários postados.

17 Comments:

Blogger Amanhã eu vou lá hoje! said...

Tendo como base a análise crítica da revista Nova Escola, nós podemos pereber que a edição da revista sofreu alterações com o passar do tempo, no que diz respeito a estrutura física. Para inicio de análise, verifiocamos que as revistas mais antigas trazem na confecção da capa uma abordagem restrita sobre os possíveis temas, sendo que algumas abordam um único tema. As revistas que analisamos consta das edições: Nº116(1998), Nº118(1998), Nº159(2003); apesar de não ser um tempo muito longo das publicações, as adversidades são visíveis. Ainda com relação a capa, as publicações do ano de 1998 direciona a revista como sendo "A revista do ensino fundamental", e as publicações mais recentes as direcionam como "A revista do professor".
Isso nos leva a compreender que no primeiro caso o público alvo é o professor do ensino fundamental, enquanto no segundo a edição direciona ao professor em geral. Outro ponto que visualisamos foi a inserção da logomarca do ministério da cultura na edição de Nº118, o que não é constatado em outras edições mais recentes, como na de Nº159. Essas revistas mais recentes deixam explícitas ainda na capa, que são produzidas sem fins lucrativos, o que é bastante questionável quando observado dentro de um contexto de interesses de manipulação dos "supostos" formadores de opinião. Ainda citando as postagens atuais, contactamos a presença da editora abril, não visível nas anteriores.
Na parte gráfica das revistas mais antigas, nota-se uma maior ilustração e um material mais precário contendo folhas mais finas e escurecidas. Verificamos também que nas confecções mais recentes, há ausência da carta ao leitor, no mais, a produção dos conteúdos não é muito distinta, pois percebemos a intenção de camuflar alguns interesses de cunho rentável no que diz respeito ao educador, fazendo do mesmo um herói que preze somente pela ética profissional, e também desmerecendo o seu embasamento crítico.
Ao analisarmos as propagandas, torna-se notório um maior abuso das revistas atuais nesses termos publicitários, o que desperta também nossa desconfiança sobre a questão de não haver fins lucrativos.
Em suma, nós averiguamos que essa, não é uma revista que dá subsídios suficientes para orientação do educador em termos gerais.

8:13 PM  
Blogger theia said...

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8:20 PM  
Blogger llicsilva said...

Universidade do Estado da Bahia - UNEB
Departamento de Ciencias Humanas - DCH III
Disciplina: Polúticas Públicas e Educação
Equipe :Dolrival;
João Antonio;
Osmar.


Analise da Revista Nova Escola


Analisando as edições de maio 2004 e setembro de 2004, da Revista Nova Escola, revista famosa na área educacional, lida e seguida por muitos professores, podemos ter um outro modo de ver a famada revista, Considerando a coerencia que há na formação profissional dos professores brasileiros, é compreensível a busca por uma fonte formadora e inspirada para seu profissionalismo.Essa leiguisse e falta de uma outra oportuinidade para os professores leva-os a deixarem guiar-se por propostas de resolução de seus problemas profissionais que não são bem analisados por eles.

8:27 PM  
Blogger Thalita Gonzaga said...

UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA-UNEB-
DCHII-DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS
2°Periodo/Noturno
Analisamos a revista Nova Escola-a revista de ensino de primeiro grau-anoXI.N°96 setembro de 1996.
Na decada de 90 os educadores buscavam melhores métodos para educação.Essa revista que analisamos mostra possibilidades de mudança e progresso no ensino público,promovendo aulas de teatro,musica,brincadeiras dinâmicas,enfim,oferecer condições para que o desenvolvimento do aluno possa ser alcançado.Da mesma forma que a revista indica maneiras de o professor estimular suas aulas ela enfatiza que esse momento de "plenitude educacional" e pedagogica deve ser mantida pelo professor que deve agir com a paixão pela profissão que muitas vezes podem até gastar seu sálario para que essas aulas criativas aconteçam.
Essa edição da revista traz em uma das suas reportagens como o professor deve "acompanhar"o aluno com estresse,como se ele fosse psicólogo,não que o professor não possa ajudar esse aluno,porém,o estimulando em sala de aula que é seu ambiente de trabalho e não em casa como sugere a reportagem,a revista mostra também como uma feira de ciências estimula os alunos e ajuda os mesmos a se interessarem mais pelos assuntos das disciplinas,mas,não mostra as condições precárias encontradas nas escolas da rede pública de ensino para a mesma.
Ora!me pergunto que tão boa revista Nova Escola é essa?Que trata apenas de coisas que os professores enfrentam em sala de aula,podem até escrever matérias bem mais educativas e interessantes,pode auxiliar no desenvolvimento profissional destes.Ah sim,devem estar nos inúmeros anúncios de seminários,livros e cursos,que custama até três vezes os seus honorários mensais,deve ser aí porque a revista ta cheia deles.

ALUNAS:Thalita Gonzaga
Rosane Costa
Gleiciane Santos

8:34 PM  
Blogger theia said...

Universidade do Estado da Bahia - UNEB
Departamento de Ciências Humanas-DCHIII
Alunas: Aletheia,Lilian,Betania

Analise sobre a revista Nova Escola
Ao analisarmos a revista Nova Escola, de março/2000, observamos todo o material contido, desde a capa, contra-capa, e todo conteúdo abordado.
A revista tem um volume de 46 páginas, de digitação legível e ilustração claras de boa qualidade.
A capa bem atrativa destaca um tema atual(da época) "POKEMON", uma febre que contagiou a todos: crainças, pais, professores,enfim, toda a sociedade que estava direta e indiretamente ligada a ela(tema).
O fascínio das crianças pelos personagens e brinquedos que viram
moda desafia o professor. Nesse con
texto a matéria expõe orientações de pscólogos,professores que estão a favor e contra a esse movimento,
propondo também sugestões para o trabalho em sala, bem como, com os pais abordando temas como:"A importãncia da Educação Ética" e Pedagogia:"Como as mudanças afetam você".
É visto que as sugestões e experiên
cias especificadas são de escolas
particulares e sabemos da realidade
das escolas públicas, mas devemos ver o lado bom disso tudo,o tema central da capa abre caminhos para diversos áreas, como:cultura,consu-
mismo,valores,etc...cabendo ao pro-
fessor utilizar suas capacidades pa
ra enriquecer sua aula.Nem sempre
precisamos de "excelentes" recursos para alcançar um objetivo.
De acordo com a matéria:"Batalha contra o ensino de má qualidade",fi
ca claro o apoio ao governo quando se refere a um dos programas governamentais, sendo a base da qualificação e capacitação dos prfessores da cidade de Batalha-Ala
goas.Programa este que se transformou positivamente o ensino daquela região, dentre outras matérias.Mas não aborda a falta do apoio governamental em outros municípios e que muitos destes conseguem bons resultados por esforços próprios dos professores.
Pois, como professor, não podemos nos acomodar diante das variadas fontes de informações, quando estas são acessíveis, pois existem muitos municípios a mercê, perdidos no tempo, onde não chega
sequer nenhuma informação desse ti-
po.
Enfim, de modo geral, as matérias
apresentadas dão suporte ao trabalho do professor no que diz respeito as inovações, recursos e
experiências para enriquecimento das aulas, independentemente da instituição, privada ou pública.
A mesma nã desperdiça suas páginas com tantas propagandas em que muitas delas não são acessíveis
ao bolso do professor, pois cobram caro por produtos,cursos e seminá-
rios que em sua maioria são reali-
zados em lugares distantes como Rio
e São Paulo e não atendendo aos demais estados, visto que é uma revista de rede nacional.
Comprarando com as edições poste-
riores,observamos que estas deixam a desejar em questão de assuntos pedagógicos,resumindo em propagan-
das que pouco favorecem a educação.
Com isso conclui-se que a revista
Nova Escola, ao mesmo tempo que mos
tra um assunto pedagógico, ela atende ao governo e comercializa a
educação.

8:46 PM  
Blogger daniela gonçalves said...

Nova Escola (revista da Fundação Victor Civita n° 133 – Junho/Julho de 2000, que contém 46 páginas), análise solicitada pelo professor Mário Pyanelly, desenvolvemos pontos críticos.
Na revista analisada podemos perceber o numero de propagandas diretas e indiretas oferecidas ao leitor, no caso, os professores, em sua maioria. A revista aborda assuntos voltados principalmente à educação enfatizando a escola pública. Este seria o principal ponto de visão da revista, não fossem as propagandas abordadas desde a capa à ultima página da revista.
Podemos ver em toda revista propagandas diretas e indiretas principalmente da parte de produtos com valor muito elevado e que os próprios professores não tem condições de adquirir. Na verdade a revista de um certo tempo pra cá, tem perdido seu verdadeiro sentido; em revistas anteriores poder-se-ia encontrar assuntos realmente voltados à área pedagógica e os produtos publicados eram produtos que os professores podiam adquirir, e valorizavam o trabalho do professor.
Atualmente, não encontramos mais este principio na própria revista, que além de ter tantas propagandas, fala também somente o lado positivo do governo, algo que deveria ser exibido em seus pontos tanto positivo quanto negativo para que se fizesse uma certa análise dos pontos expostos e da realidade de um governo que não manda recursos suficientes para as escolas, que atrasa o pagamento do professor, não facilita o deslocamento de alunos que moram no interior dos municípios, para as escolas, desvia as verbas, não manda a merenda escolar em sua quantidade real, enfim, essa é uma realidade gritante que deveria ser exibida e não é.
A revista deve animar os professores, sim, porém deixá-los ciente de todas as coisas que dizem respeito à educação do país contribuindo também com este material que é tão importante nas mãos do publico alvo. E ainda, contribuir com o crescimento do saber secular do professor, oferecendo a ele produtos que estejam de acordo com o seu orçamento, pois além do professor ganhar pouco, tem que investir em mais e mais conhecimento, sem falar em ter que garantir o sustento de sua família quanto o seu.


Daniela Gonçalves
Elenice Ribeiro
Rosiane Rocha

8:53 PM  
Blogger llicsilva said...

Universidade do Estado da Bahia - UNEB
Departamento de Ciencias Humanas - DCH III
Disciplina: Polúticas Públicas e Educação
Equipe :Dolrival;
João Antonio;
Osmar.


Analise da Revista Nova Escola


Analisando as edições de maio 2004 e setembro de 2004, da Revista Nova Escola, revista famosa na área educacional, lida e seguida por muitos professores, podemos ter um outro modo de ver a famada revista, Considerando a coerencia que há na formação profissional dos professores brasileiros, é compreensível a busca por uma fonte formadora e inspirada para seu profissionalismo.Essa leiguisse e falta de uma outra oportuinidade para os professores leva-os a deixarem guiar-se por propostas de resolução de seus problemas profissionais que não são bem analisados por eles.
Arevista como seu7 próprio nome diz, propõe a transformação educacional pelo menos no título.
Sua qualidade gráfica junto com o nome de uma das suas maiores editoras do país dão-lhe grande credibilidade na área da educação.Mas há o que se inspecionar numa publicação distribuídade gratuitamente pelo m
Ministério da Educação.Com cores vibrantes e atrativas, pessoas que riem, bem vestidas, geralmente de escolas particulares com infra-instrutura bem diferente da maioria das escolas de diversas regiões e condições sociais do país mostrando sempre que a solução dos problemas de aprendizagem está no sacrifício dos professores fisicamente e financeiramente!Alguém disponível inteiramente e conhecedor dos problemas e soluções dos alunos passivos à sua própria existência e que o professor é totalmente o salvador dela, para depois que sabe, tirar uma foto com sorriso largo, como aparecem nas edições da revista.
Logo de entrada tem-se a propaganda de materiais de ensino que para t~e-los, o professor dispendiria boa parte de seu salário, e segue-se uma programação que alterna entre propagandas e métodos pedagógicos, realçando sempre a atitude heróica de professores que fazem qualquer coisa pela boa educação, tal idéia talvez estivesse induzindo o professor a empregar todo o seu orçamento na compra dos produtos apresentados na revista? E na formação continuada nos cursos também planfetado na revista ?
Mudar a educação brasileira exige ampla e profunda intervenção governamental e instituições, como a revista falada, que estejam realmente comprometidas com o aperfeiçoamento dos profissionais da área e que use sua credibilidade para junto à administração pública promover políticas eficazes na melhoria da educação.

8:53 PM  
Blogger uneb said...

ANÁLISE DA REVISTA NOVA ESCOLA” (EDIÇÃO: MAIO/2003)


Quando uma revista é produzida num país capitalista, já deixa evidências claras quanto aos seus objetivos.
Na ânsia de informar, mostrar e vender, a revista Nova Escola (Ed. maio 2003) traz na sua impressão um bom material, cores atraentes, um número razoável de páginas, porém, à primeira vista parece que os produtores dessa “belíssima” revista são pessoas que não pensam em interesse financeiro, que gostam de orientar professores e que são “ bonzinhos” para com os profissionais da área de educação. Na verdade, por trás de todo empreendimento há uma ambição financeira, pois quando eles afirmam que a revista é vendida a preço de custo sem fins lucrativos, pensam que as pessoas que se interessam pela leitura da revista Nova Escola, não são dotadas de senso crítico e que as mesmas podem ser manipuladas intelectualmente com muita facilidade. Seria uma falta de bom senso dizer que ela não traz inovações educacionais, todavia deixa explícito a defesa de interesse do governo e ao mesmo tempo mostra uma indústria milionária da propaganda que vem a ocupar nessa edição mais de 22% do número de páginas.
Nessa mesma revista nota-se de uma forma puerilizada o aluno, que é mostrado como um objeto que deve ser trabalhado ou muitas vezes manipulado. Para isso a revista Nova Escola vem apresentar “métodos”, nos quais os professores são os propagadores destes processos em sala de aula. Por outro lado esses métodos muitas vezes são elaborados por pessoas que geralmente nunca tiveram uma vivência pedagógica.
Finalizando, essa mesma revista vem inculcar nos professores uma ideologia de paixão, de auto-sacrifício, uma dedicação intensiva para o trabalho através de depoimentos que geralmente se contradizem, e sempre muitas fotografias de professores com fisionomia de alegria.
Em síntese trata-se de uma revista com interesses governamentais que tenta manipular os professores para deficiência das estruturas tanto humanas como físicas do ensino no Brasil.

ALUNOS: Félix Augusto e Amilton Gonçalves

8:58 PM  
Blogger gleide said...

equipe a gang do saber
Adriana Menezes
Eginaldo Bonfim
Gleide Lisboa romão Leite


Ao analisar a Revista Nova escola -Edição Outubro 2003.A capa retrata a concepçãp de que o corpo docente está motivada.A volta as aulas em consequência da promessa de aumento de salários em contrapartida a dedicação da mesma para a contribuição da melhoria do ensino público. Diante da revista ela msotra um ambiente limpo, com a carteira de designe moderna que não condiz com a realidade escolar do dia a dia. A professora mostra um espírito de equipe e solidariedade.
A parte gráfica da revista de ótima qualidade com bastantes lustrações distribuídas nos espaços de forma a chamar à atenção do leitor, com sequências númeradas.
O conteúdo da revista são muitos resumidos que não dá condição do leitor desenvolver sua crítíca dentro do contexto lido, tem uma tendência explícita neoliberal.


" As propagandas "
No contexto atual os professores ganham tão mal, que a revista vem acompanhada de vinte e seis páginas de propagandas, induzindo os mesmos, a comprarem os produtos que nem sempre se faz necessários para o desenvolvimento das suas atividades.
Na página nove por exemplo: Há um contraste com a realidade das escolas públicas, carteiras com designe moderna, onde nem sempre as escolas dispõe de carteiras para seus alunos.
" A PEDAGÓGIA PROPOSTA "
É a pedagogia da aceitação e da alienação, onde o professor é tratado como sacerdote que deve estar se alto fragelando em benefício de seus alunos e da " educação".
A revista trata do perfil do educador que não condiz com a nossa dura realidade brasileira, distorcendo completamente o que é ser um ótimo educador.
A educação não é tudo, mas, é o princípio de tudo.

9:04 PM  
Blogger uneb said...

Revista nova escola -pontos de observação.



1. Parte gráfica da revista
2. Conteúdo ideológico da revista
3. Quantidade de propagandas e como estão expostas
4. Propagandas indiretas
5. Texto de analise sobre os assuntos da capa.



1) A revista nova escola contém 68 páginas incluindo capa e contra capa, impressão colorida, folhas de ilustrações em cores bastante vivas, algumas delas com propagandas, letras de fácil assimilação, o conteúdo é de fácil entendimento, embora não seja de todo imparcial.
2) A revista tem como conteúdo ideológico à formação de professores e a discussão sobre os métodos de ensino para crianças e como elas devem ser tratadas. Fala do aperfeiçoamento e dos cursos nos quais os professores devem investir, fala sobre como deve ser a qualidade do ensino e da ênfase à mudança social como sendo um problema exclusivo da escola, negando assim o papel de outras áreas da sociedade na construção e responsabilidade de um mundo melhor.
3) A revista nova escola, edição n°160, de março de 2003.Encontramos ao longo das suas páginas, 10 propagandas diretas de colégios, manuais para professores, livros, sitio pedagógico, revistas animadas, dicionários, cursos em vídeo, editora, banco, fundação, canal de televisão, e.t.c, propagandas estas expostas de varias formas, mas na maioria das vezes tomando uma ou duas páginas inteiras da revista, passa por diversas propagandas.
4) Encontramos também na revista algumas propagandas indiretas falando sobre livros, criadores de fundações, jogos animados gratuitos, autopromoção da própria Nova escola, premiações que promovem nomes de fundações etc.
5) O principal assunto da capa da revista nova escola, edição marco de 2003, é assim: “ciclo de aprendizagem, culpado ou inocente?” Por esse titulo já percebemos que o assunto trata de algo fechado, que o ciclo de aprendizagem deve existir sempre um inocente, ou um culpado, não tratando de forma mais aberta. Outro assunto da capa é: “como levar o aluno a compreender o que lê” como se a revista fosse passar em sua matéria um manual de aprendizado, quando na verdade entendemos que o aprendizado da leitura pode passar por diversas questões.A ultima que nos chamou bastante atenção foi: “Henri wallon ensina a ver a criança por inteiro”. Ora, mesmo que a pessoa acima citada seja um expert nesse assunto, a revista não poderia colocar um assunto de forma tão fechada. “... ensina a ver...” dá a idéia de que os professores são todos “jecas” e que a partir deste “ensinamento” é que eles vão enfim poder compreender e passar a lidar com as crianças com as quais trabalham, isso desvalorizando historia e contexto de professores das mais diversas regiões do país.

Mariana Pereira, Carlene Rodrigues, Rejanilde Pinho.

9:06 PM  
Blogger paty said...

Universidade do Estado da Bahia-UNEB
Departamento de Ciências Humanas-DCHIII
2ºPeríodo do curso de Pedagogia
Noturno

Análise da Revista Nova Escola

1 Análise da capa da revista Nova escola:
Nos mostra uma imagem de um professor aparentemente satisfeito com a profissão que mostra com orgulho o sweu instrumento de trabalho(o giz),que complementa a fraze em destaque na capa "Professor Nota Dez".A parte gráfica nos mostra os patrocinadores,as empresas(FNDE,ABRIL,FUNDAÇÃO VICTOR CIVITA ,COLÉGIO OBJETIVO,ANGLO,EDITORA DOM BOSCO...)Não governamentais que colaboram para a consolidação da revista e também governamentais;
É dotada de bastante fotografias e desenhos bem coloridos,propagandas e reportagens com professores premiados com Nota 10.

2 conteúdo da Revista:
Professores profissionais falando da importância da profissão e dando dicas de como ser um professor Nota 10;
Mostram o perfil destes e como trabalhar projetos pedagógicos de forma dinãmica, motivadora e que desafiam as crianças a encontrar as melhores soluções para resolver problemas do cotidiano;
Mostram a importância e a influência da tecnologia(computadores)no auxílio do ensino- aprendizagem.
3 Propaganda,como está disposta?Direta ou Indireta?Quais?

Em sua maioria diretas.Exemplos: Venda de almanhaques para professores com preços promossionais e promessas de grandes novidades;
Propaganda de elogios sobre materiais didáticos, deuso do professor e do aluno, como por exemplo:" kite Faber Castell, qualidade com economia";
Oferecimento do material didático do Sistema Anglo de Ensino,apresentando-o como material que garantirá o sucesso do ensino-aprendizagem,como o mais atualizado e eficaz.

4 Qual é a pedagogia proposta?

Uma pedagogia de aceitação;em alguns momentos de aparência ilusória e que impõem certa idéias a serem praticadas pelo professor em sala de aula;mostrando alguns métodos de trabalhar a alfabetização com projetos didáticos de forma dinâmica e interativa para mostrar a imporância de trabalharem coletivamente.
Comentário:
A Revista fala sobre a existência de profissionais que devem amar o que faz;amar a sua profissão;buscar usar de material de qualidade;capacitar-se cada vez mais com cursos de reciclagem,uso de projetos didáticos novos e dinâmicos;amar seus alunos e preocupar-se com eles e com sua aprendizagem para torná-los seres melhores,críticos e pensadores,que compreendam a realidade em que vivem.
tudo o que foi abordado acima é extremamente fantasioso e maravilhoso,porque o que sabemos é que a realidade em que se encontra a educação é bastante crítica,os saários baixos dos professores chegam a matar o estímulo e desanima essa classe,os investimentos na área educacional é pequeno e o descaso é grande.

Alunas : Ariane Patricia de Araujo Mendes,
Ane graciele dos Santos Silva,
Geiza Gonçalves Pereira

9:09 PM  
Blogger ÂNCORAS, VELAS, QUAL ME LEVA?, QUAL ME PRENDE? said...

Composta por sessenta e sete páginas bastante ilustrativas, de excelentes imagens gráficas; possui uma capa interessante que enfatiza o principal tema da edição: “o que dá certo na escola para jovens e adultos”, contendo fotos de pessoas com faixa etária que varia de 15 a 78 anos de idade.
A revista aborda assuntos disciplinares, principalmente em relação à disciplina matemática onde vem mostrar a importância da utilização de materiais concretos para obtenção de um melhor aprendizado.
Nas artes fazem referências à obras de artistas famosos, incentivando o aluno a recria-las.
Um outro ponto bastante interessante diz respeito a relação entre professores e alunos temperamentais. A revista sugere nestes casos, que o professor, haja com cautela, demonstrando afeto e impondo, de maneira sutil e ponderada, limites.
Ao professor é dado sugestões de como administrar melhor o seu dia, organizando-o a fim de que não surjam imprevistos.
A realidade docente é encarada passivamente. Ao professor não há reconhecimento salarial nem tanto no que diz respeito a oportunidades de novos aprendizados.
Podemos perceber também que a revista é recheada de propagandas comerciais direta ou indiretamente. Um grande exemplo disso é a Faber Castell que tem sempre um lugar de destaque para promover seu produto, ou seja, o leitor acaba pagando um alto preço por algo que não lhe é interessante.
Em relação a crônica feita pelo jornalista esportivo Juca Kfouri ( o dia em que a caça consolou o caçador no Pacaembu ), que fala de uma atitude solidária e humana do jogador Garrincha contra o Santos, mostrando o quanto o esporte é importante à educação do poder que ele tem de união, de superação, ainda servindo como base para uma atividade em sala-de-aula.
A revista dá ênfase ao trabalho em sala-de-aula dispondo de fatos ocorridos no cotidiano, na vivência da população. Trazer fatos reais para a sala-de-aula e a partir daí, elaborar, de acordo com o que se pretende explanar, seu plano de aula.
Pôde-se concluir que a revista Nova Escola nesta edição, que aborda a educação de jovens e adultos, procurou passar o que vem sendo desenvolvido pelos órgãos competentes para que se obtenha melhores índices educacionais.
Além disso, mostra que índices não satisfatórios são alertas para que busque soluções criando políticas públicas que visem avanços educacionais.


Priscila Caroline
Bruna Braga

9:10 PM  
Blogger ÂNCORAS, VELAS, QUAL ME LEVA?, QUAL ME PRENDE? said...

Composta por sessenta e sete páginas bastante ilustrativas, de excelentes imagens gráficas; possui uma capa interessante que enfatiza o principal tema da edição: “o que dá certo na escola para jovens e adultos”, contendo fotos de pessoas com faixa etária que varia de 15 a 78 anos de idade.
A revista aborda assuntos disciplinares, principalmente em relação à disciplina matemática onde vem mostrar a importância da utilização de materiais concretos para obtenção de um melhor aprendizado.
Nas artes fazem referências à obras de artistas famosos, incentivando o aluno a recria-las.
Um outro ponto bastante interessante diz respeito a relação entre professores e alunos temperamentais. A revista sugere nestes casos, que o professor, haja com cautela, demonstrando afeto e impondo, de maneira sutil e ponderada, limites.
Ao professor é dado sugestões de como administrar melhor o seu dia, organizando-o a fim de que não surjam imprevistos.
A realidade docente é encarada passivamente. Ao professor não há reconhecimento salarial nem tanto no que diz respeito a oportunidades de novos aprendizados.
Podemos perceber também que a revista é recheada de propagandas comerciais direta ou indiretamente. Um grande exemplo disso é a Faber Castell que tem sempre um lugar de destaque para promover seu produto, ou seja, o leitor acaba pagando um alto preço por algo que não lhe é interessante.
Em relação a crônica feita pelo jornalista esportivo Juca Kfouri ( o dia em que a caça consolou o caçador no Pacaembu ), que fala de uma atitude solidária e humana do jogador Garrincha contra o Santos, mostrando o quanto o esporte é importante à educação do poder que ele tem de união, de superação, ainda servindo como base para uma atividade em sala-de-aula.
A revista dá ênfase ao trabalho em sala-de-aula dispondo de fatos ocorridos no cotidiano, na vivência da população. Trazer fatos reais para a sala-de-aula e a partir daí, elaborar, de acordo com o que se pretende explanar, seu plano de aula.
Pôde-se concluir que a revista Nova Escola nesta edição, que aborda a educação de jovens e adultos, procurou passar o que vem sendo desenvolvido pelos órgãos competentes para que se obtenha melhores índices educacionais.
Além disso, mostra que índices não satisfatórios são alertas para que busque soluções criando políticas públicas que visem avanços educacionais.


Priscila Caroline
Bruna Braga

9:10 PM  
Blogger trabuneb2006 said...

A ATUAÇÃO DAS POLÍTICAS PÚBLICAS NA GESTÃO ESCOLAR.


A entrevista discute sobre a dificuldade e as angústias diárias, reorganizaçao da sociedade, educação de qualidade na escola pública.Para isso é necessário que os professores inovem suas proposta pedagógicas envolvendo a escola e sociedade.Políticas públicas bem definidas e a escola precisa ser organizada, a dificuldade que o aluno enfrenta ao cursar o Ensino Médio e o Nível Superior, tentar trazer de volta os alunos repetentes que desistiram de estudar, buscar parceria com o município e empresários para implantar cursos profissionalizantes para inserir o jovem no mercado de trabalho.
Clélia Brandão-trazer o jovem para escola, utilizando o mecanismo para se inserir, para isso precisa envolver todos da escolas.
Lúcia Helena-a escola precisa superar a condição solidária ao professor, a escola tem que ter clareza com seus aliados, e ter recursos que a sociedade oferece.
Hildo-os professores são apaixonados pelo seu trabalho, mas traz consigo muitas angústias.
Como fazer uma ponte para teoria vir para prática política de uma educação com paixão, mas com plano de trabalho de integração nacional, para avaliar e estabelecer metas para que essa política aconteça, a interação de todas as unidades escolares.
Hildo em seu trabalho no Acre teve como objetivo que seus alunos aprendessem, por isso estabeleceu um projeto que definia como iria trabalhar(planejando melhor suas aulas) na avaliação do MEC o estado do Acre, subiu nos índices nacionais e a disciplina de matemática estava acima dos índices.
Universalização do Ensino Médio-existe ainda muitos jovens fora da escola, o financiamento para a educação básica o FUNDEB foi criado para melhorar a qualidade do Ensino Médio.
Gestores, diretores e professores presentes na escolas precisam lapidar as políticas nacionais.
Para que a escola melhores é preciso não somente pensar nos problemas, mas sim fazer diálogos com todos. É preciso também que professor e aluno mantenham relações para que a escola cumpram seu papel.

Renata Castro

9:38 PM  
Blogger monteiroejuca said...

Universidade do Estado da Bahia - UNEB
Departamento de Ciências Humanas - DCHIII
Professor: Pyanelly
Turma: 2° Período noturno
Alunas:Ana Carolina do Vale Jucá
Vanessa Monteiro da Silva



Análisando a revista do Professor Nova Escola, n° 160, ano XVIII, março de 2003, editora Abril, com o titulo Ciclo de Aprendizagem Culpado ou Inocente?
De início sabemos ou percebemos que ela tem um público alvo, o Professor, ou qualquer outro profissional que se interessa pela área da educação.
A revista chama atenção pela qualidade gráfica, o jogo de cores perfeitas, as imagens, fotos escolhidas com afinco pelo profissional, para chamar a atenção do leitor, por ela se considerar uma forma de intreterimento não economiza nas propagandas nas chamadas, percebemos que os editores, jornalistas são enovadores e envolvidos.
Nesta edição na pág. 13, salientamos a questão levantada pela revista quando questiona se devemos reprimir o uso de palavras estrangeiras? as opiniões reunidas são distintas com caráter político, histórico, social, extigando o senso crítico do profissional.
Nos chama atenção a preocupação da revista quanto as inquietações do dia- a- dia do professor em sala de aula, napág. 20, dando-lhes, soluções e diagnósticos bem objetivos.
Uma das reportagens que consideramos das mais interessantes, é a que se refere ao médico psicologo e filosofo francês Henri Wallon, defendendo a teoria que a escola deve proporcionar a formação integral ( intelectual, afetiva e social) no inicio do século passado. Na época proporcionou uma revolução no ensino, esta matéria apresenta para o profissional novas metodológias de trabalho para envolver o professor e o aluno.
O s estimulos para execução do ofício com qualidade se estendem em praticamente em toads as páginas; através de propagandas de cursos, pós-graduações, matérias inovadores, reportagens e entrevistas.
As entrelinhas dizem que este profissional sempre deve estar antenado em novos métodos, se reciclando e sempre satisfeito tanto com o trabalho quanto com o salário, assunto que nunca é comentado. Alimenta uma necessidade ou cria a necessidade de se consumir como forma de crescimento intelectual e qualidade profissional, aquecendo a industria da educação para o professor.

9:50 PM  
Blogger rozi said...

Universidade do Estado da Bahia-UNEB 2ºPeríodo de pedagogia


A REVISTA NOVA ESCOLA,NA EDIÇÃO DE NOVENBRO DE 1997(60 PÁG.)SENDO QUE 16 DESTAS 60 SÃO DE PROPAGANDAS DESNESSESÁRIAS QUE SÓ SERVE PARA COLOCAR O NÍVEL DO PROFESSOR PÚBLICO EM DÚVDA,POIS NA SUA GRANDE MAIORIA É DE COLÉGIOS PARTICULARES APONTANDO SUAS VANTAGENS A REPORTAGEM DE CAPA DIZ: FAÇA SEU MATERIAL DE GEOGRAFIA,COM O ESPECIALISTA MÁRIO DE BIASSE(REPORTAGEM DAS PÁGINAS 10 A 17),ENSINA AOS PROFISSIONAIS DESSA ÁREA COMO PREPARAR SEU PRÓPRIO MATERIAL DE TRABAHLO,OU SEJA ÁS DIFICULDADES DOS PROFESSORESSÃO GRANDES NAS ESCOLAS,POR FALTA DE MATÉRIAL PARA O ENSINO,QUE A PRÓPRIA REVISTA CHAMA A ATENÇÃO PARA ESTAS DIFICULDADES,MOSTRANDO AO PROFISSIONAL QUE ELE TEM QUEIR ATRÁS DE MEIOS,PARA PASSAR PARA O ALUNO AS MATÉRIA.
NAS PÁGINAS 35 A 37,ENCONTRAMOS UMA REPORTAGEM SOBRE OS QUADRINHOS DE ASTERIX,É UMA PROPAGANDA INDIRETA,ONDE SUA INTENÇÃO É A VENDA DE MAIS EXEMPLARES.NA REVISTA HÁ INCENTIVO PARA OS PROFESSORES DE HISTÓRIA SOBRE O ASSUNTO DA CIVILIZAÇÃO ROMANA,MÁS DEIXA CLARO QUE NÃO DEVE SER A ÚNICA LEITURA PARA ESTUDAR ESTÁ CIVILIZAÇÃO,POIS É UMA OPORTUNIDADE PARA O PROFESSOR DESTA ÁREA.
ANALISAMOS TAMBÉM A REVISTA NOVA ESCOLA- EDIÇÃO DE DEZEMBRO DE 2002 QUE TEM 67 PÁGINAS TOTALMENTE ILUSTRADAS,COM O TEMA FOCADO NAS FÉRIAS DOS ALUNOS, E NO NOVO PLANEJAMENTO DO PROFESSOR. O DIRETOR DE REDAÇÃO GABRIEL PILLAN GROSSIFEZ UM PEQUENO BALANÇO EM COMENTÁRIOS DO QUE A REVISTA NOS PERMITE USUFRUIR, ENCONTRANDO NA PÁGINA 06.AO LER O COMENTÁRIO BASTANTE CRIATIVO, O LEITOR SENTE VONTADE E NECESSIDADE EM LER TODO O CONTEÚDO DA REVISTA.
UM ASSUNTO DE GRANDE IMPORTÂNCIA DA PÁGINA 08, FAZ-SE NECESSÁRIO UMA REFLEXÃO:A EDUCAÇÃO EDUCATIVA, ONDE O ESCRITOR EUGÊNIO BUCCI FALA SOBRE O QUE A TELEVISÃO MOSTRA,SE EDUCA OU DESEDUCA AS CRIANÇAS;EM ALGUNS PONTOS É BASTANTE CONTRADITÓRIO A SUA PRIMEIRA OPINIÃO.
NA PÁGINA 14O ASSUNTO É SOBRE O QUE OS FARÃO DAS FÉRIAS, APROVEITANDO O ASSUNTO, A ESCRITORA CRITIANA MARANGON SITA QUESTÕES COMO, CUIDADO COM O STRESSE, E PRA ESSE MAU NÃO ACONTEÇA SUGERE QUE OS ALUNOS NÃO SE APEGUEM A OBRIGAÇÕES E QUE FAÇAM BASTANTES EXERCÍCIOS FÍSICOS. A REPORTAGEM DA PÁGINA 17 COM O SEGUINTE TEMA: EM VEZ DE PRECONCEITO CONHECIMENTO, VEM FALANDO EM DIVERSAS CULTURAS E DE UMA ESCOLA QUE ENSINA CULTURA JAPONESA, PELO FATO DE VÁRIAS CRIANÇAS JAPONESAS ESTUDAREM LÁ, E QUE MUITAS VEZES ERAM DESCRIMINADAS. DAÍ FICA A PERGUNTA, E A NOSSA CULTURA ONDE FICA? TALVEZ O DIRETOR DA ESCOLA NÃO TENHA PENSADO NISSO.
A REVISTA CONTEM 16 PÁGINAS DE PROPAGANDAS DIRETAS, DIVIDIDAS ENTRE LIVROS E ESCOLAS PARTICULARES, DIANTE DE TODO ESTE ESTUDO PERCEBE-SE O INTERESSE DA REVISTA EM PASSAR COMO PODEMOS TORNAR A EDUCAÇÃO DE QUALIDADE, SE CADA PROFISSIONAL SE COLOCAR EM SUA POSTURA E SER RESPONSÁVEL, DIANTE DELA A EDUCAÇÃO NÃO VAI SE TRANSFORMAR, MAS COM CERTEZA, ALGO DE BOM VAI ACONTECER. NA REVISTA, NÃO HOUVE ESPAÇOS PARA ESCOLAS PÚBLICAS, POIS AS ENTREVISTA, OS TRABALHOS APRESENTADOS FORAM EM ESCOLAS PARTICULARES, ASSIM COMO TAMBÉM PROPAGANDAS.

10:02 PM  
Blogger trabunebagora said...

ANÁLISE DA REVISTA N OVA ESCOLA:



Tratando-se de uma revista que na teoria deveria falar sobre educação brasileira e toda sua complexidade, vemos que e´ única a função da revista Nova Escola:um mero meio de propaganda em termos educacionais. A própria capa da revista – março /2006 nº 140 “Livro Didático”, denuncia isso: a educação virou mercado.

Das 68 páginas da revista, 26 são “dedicadas” à propaganda de livros, cds, seminários, colégios particulares, brinquedos, lápis de cor de marca, etc.
Interessante que na página cinco, o editor ensina a fazer artes dizendo: “... aproveite a oportunidade e faça este divertido móbile utilizando alguns produtos Faber – Castell como o lápis grafite...”, resumindo, você só poderá fazer um lindo móbile se utilizar os produtos Faber Castell . Na página quarenta e três,há um anuncio de um evento: “O maior evento de educação da América Latina ficou ainda maior”. Espaço 68% maior. Infra – estrutura 100% melhor. Ou seja, o que é valorizado, destacado é o exterior.

Da mesma forma na contra – capa, onde, onde uma propaganda do colégio Objetivo expõe tudo o que tem de “melhor”: laboratórios, aulas 3D, sala de aula do futuro, multimídia, robótica, CD – ROM...Ah! Não esqueçam, isso é só para quem pode pagar.
Em uma outra revista do mês de outubro de 2002 nº156,m a revista Nova Escola apresenta uma capa super colorida, e o que nos chama a atenção é uma cena antagônica – onde uma criança sorridente exibe uma maçã e foi colocada a frase: “Aos mestres, com carinho” – sabemos que ultimamente a única forma de agradecimento que o professor recebe do seu alunado é simplesmente um processo administrativo e criminal por alegarem maus tratos, incompetência, subjugação e subornos.

Em suas 68 páginas da revista acima citada, cinco destas páginas são propagandas de escolas particular. Por ser a “revista do professor”, seria necessário que a mesma abrangesse todas as classes educacionais. No entanto, onde se destaca a frase: “se você procura uma educação de qualidade para seu filho, encontra este sinal em nossa escola credenciada mais perto de você.”Porque o professor precisa colocar seus filhos somente em escola particular? Não estaria ele, o professor, de escola municipal, estadual ou federal desvalorizando também a educação ministrada por essas escolas?

Sabemos que a propaganda é a “alma do negócio.”Treze páginas da revista são de propaganda diversas.
Na página cinco com o título “Oficina de idéias”, onde dá dicas sobre cinema: onde surgiu, ano em que surgiu, etc, ensina o professor a construir o aparelho Zootrópio juntamente com os alunos, induzindo-os a comprar os produtos por eles divulgados. E o material que o aluno da escola pública na periferia usa que foi comprado por um preço acessível não serve?

Na página seis, “Hora de refletir sobre o papel do educado” escrito pelo diretor de redação Gabriel Pillar Grossi, que é a parte editorial da revista, ele escreve afirmando que a repórter Roberta Bencini junto com o redator chefe Ferdinando Casagrande ouviram educadores de todo país e escolheram os melhores depoimentos para serem publicados. É um absurdo ! Pois ao irmos à página cinqüenta e dois onde está publicada a reportagem “Carta de uma aluna” observamos que a repórter Roberta Bencini primeiramente se fez lembrar, escrevendo uma carta a sua antiga professora e enviando junto um exemplar da revista Nova Escola. É contradizer tudo que foi dito, pois a irmã Edméa Beatriz Battaglim é categórica em suas palavras: “você não calcula minha surpresa ao receber um envelope com uma carta e uma revista. Pensei: sua carta! Imagine se eu esperava ... e imagine se eu esqueci de você...”

Eu imagino irmã Edméa a carta que você recebeu. Penso que estava escrito assim: querida irmã Edméa, talvez você nem lembre de mim sou Roberta Bencini, fui sua aluna no ano de 1987, há quinze anos. Hoje sou reporte e gostaria que a senhora escrevesse uma carta para mim. Prometo que publico sua carta, segue um exemplar da revista na qual trabalho.

É revoltante lermos tamanhos absurdos. Dizer que viajou o país todo e no entanto envia uma carta com um exe4mplar da revista e ainda tem coragem de publicá-la.


“Na parede da memória da pág. 44, o depoimento da professora e pesquisadora da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Santa Catarina, Déborah Sayão começa dizendo: “ Álisson era uma menino de pele clara”. Pergunta-se: Álisson morreu depois? Ou sua pele ficou escura com o passar dos anos? Déborah Sayão não sobre se expressar no seu depoimento, quando se referiu a cor da criança de oito anos. Porque dizer “era” se logo depois ela afirma que o encontrou com sua mãe?

A revista apresentada deixa muito a desejar em relação a educação. Esperávamos encontrar matérias direcionadas exclusivamente para a educação, mas o conteúdo da referida revista é puramente mercadológico, deixando à parte assunto de grande relevância para a educação brasileira.
Rosália e Denise.

10:15 PM  

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